sábado, 17 de abril de 2010

Qualidade interna do ar


Resina ECOPISO

aplicação: revestimento de piso.
descrição: resina impermeabilizante elaborada com mais de 70% dematérias-primas naturais renováveis, entre elas o óleo de mamona.
diferencial ambiental: Não libera gases tóxicos durante ou depois de sua aplicação.

Tinta natural

aplicação: pintura de paredes internas e externas
descrição: revestimento natural cujo principal componente é a terra crua.
diferencial ambiental: A utilização da tinta de terra natural possibilita o uso de recursos do local, economia de materiais e combustíveis, saúde para os habitantes, tecnologia simples e tradicional, dentre outros.

Cola à base de água

aplicação: adesivo de contato
descrição: produto não fenólico,isento de COVs (compostos orgânicos voláteis)
diferencial ambiental: não agride a camada de ozônio e garante a boa qualidade interna do ar.

Selador verniz e stain a base de água

aplicação: proteção para madeira
descrição: produto sem odor , isento de COVs (compostos orgânicos voláteis)
diferencial ambiental: substitui os similares convencionais à base de solventes voláteis, não agride a camada de ozônio e garante a boa qualidade interna do ar.

Tinta Colaza Eco-Paint Clarus

aplicação: pintura de paredes e forros.
descrição: produto ecológico, biodegradável, aquoso, com alto poder de recobrimento e alta durabilidade.
diferencial ambiental: sua secagem é rápida e livre de COV´s, portanto, não possui os odores desagradáveis das tintas convencionais e garante a boa qualidade do ar interior.

Chapas de gesso Cleaneo

aplicação: forro
descrição: chapas com propriedades acústicas e capacidade de melhorar continuamente a qualidade do ar nos ambientes em que estão instaladas.
diferencial ambiental: o forro de chapas Cleaneo transforma partículas nocivas e odores em substâncias inofensivas. Acústico, promove a absorção sonora e contribui para o conforto acústico dos ambientes.

Conforto termo acústico


Vidros

aplicação: vedação, portas, janelas, divisórias.
descrição: material não-poroso e transparente.
diferencial ambiental: garante a iluminação natural e pode ser reutilizado várias vezes para a mesma finalidade.

Película opaca para privacidade

aplicação: tratamento de vidros para arquitetura.
descrição: película visa a melhora do desempenho em controle solar, segurança e decoração.
diferencial ambiental: rejeitam até 79% da energia solar incidente no vidro, melhorando o conforto térmico do ambiente, Bloqueiam também 99% dos raios ultravioleta, minimizando o desbotamento de objetos expostos ao sol.

Tecidos GreenScreen

aplicação: persianas e cortinas para proteção solar.
descrição: tecido para proteção solar, isento de PVC e COV´s.
diferencial ambiental: reduzem a entrada de calor e evitam a luminosidade excessiva. São mais seguros, pois, em caso de incêndio, não há emissão de fumaça densa nem quantidades mensuráveis de gás ácido hidroclorídrico, que é nocivo ao sistema respiratório.

Forro e Painéis de Ecoplaca

aplicação: forro e vedação
descrição: Placas planas impermeáveis fabricadas com matérias-primas nobres como Alumínio, Plástico e Papel Cartão.
diferencial ambiental: com alto poder de isolamento térmico e acústico, as placas são obtidas a partir do reprocessamento de resíduos industriais selecionados, gerados no pré e pós-consumo. Atualmente, suas matérias-primas provêm de inúmeras empresas do setor de embalagens.

Tijolos de solocimento

aplicação: alvenaria estrutural.
descrição: tijolo composto de solo, cimento e água.
diferencial ambiental: produzido sem o processo da queima, evita o desmatamento e, conseqüentemente, a poluição do ar. Elimina a quebra de paredes e o desperdício com materiais.

Placas de Cortiça Reciclada

aplicação: revestimento de paredes.
descrição: esta cortiça é um tecido vegetal composto de 30% de cortiça extraída da casca do sobreiro e 70% reciclada de rolhas.
diferencial ambiental: material reciclado quando utilizado como revestimento possui um bom desempenho térmico-acústico.

Quais materiais são ecológicos?


Além de beleza, funcionalidade e preço, o consumidor consciente leva em conta um novo critério: o impacto ambiental dos produtos em seu processo de fabricação. Saiba um pouco mais sobre seis matérias-primas que compõem móveis e revestimentos.



PLÁSTICOCondenado pelos ecologistas quando o assunto é embalagem descartável, o plástico obtém sua redenção no setor de móveis graças ao tempo de vida útil do produto. Trocando em miúdos: o problema não está no material, e sim na sua utilização. O plástico é um derivado de petróleo, mas apenas 4% da produção mundial do combustível é usada na sua fabricação.
Divulgação{txtalt}
Poltrona Jocker, de Heitor Écreli e Célio Teodorilo.
A boa notícia é que, entre os tipos de plástico empregados na indústria de mobiliário, a maior parte é reciclável. "Trata-se de um processo limpo", afirma Luís Illanes, da indústria catarinense Freso, que fabrica a poltrona Jocker, de polietileno. "No final da rotomoldagem, sobra uma casca de plástico parecida com uma borda de pizza. Esse resíduo é moído e volta ao processo para ser aproveitado em peças menos nobres", explica. Entretanto, o uso do plástico para a fabricação de móveis de design no Brasil ainda é restrito - diferentemente do que acontece na Itália, por exemplo. Mais conhecidas entre nós são as cadeiras e mesas de plástico branco vendidas em supermercados e muito comuns em áreas externas. Elas são feitas de polipropileno, um material 100% reciclável, que costuma durar muito desde que não sofra quebras por mau uso e excesso de peso.
Em resumo: por ter vida longa e ser reciclá-vel, o plástico é um material apropriado à fabricação de móveis. O mesmo não se pode dizer das embalagens plásticas descartá-veis.
"Vassouras, carpetes, solados de sapato, e outros objetos de nosso cotidiano são feitos
de plástico reciclado e ninguém se dá conta"

Silvia Rolim, da Plastivida, associação que estuda a relação do plástico com o meio ambiente

PEDRAUm dos preceitos básicos da arquitetura sustentável é aproveitar os materiais disponíveis próximo à obra. Portanto, em locais com pedra em abundância, utilizá-la é um procedimento adequado. No entanto, o impacto causado pela extração e pelos resíduos gerados em seu processamento requer cuidados. O maior problema da mineração de rochas ornamentais, de acordo com Tânia de Oliveira Braga, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT), é a movimentação de grandes quantidades de terra.
Luis Gomes{txtalt}
Pedras pizarra revestem a sala de jantar projetada por Fabiana Avanzi e Tininha Loureiro.
O processo de extração é ainda mais impactante quando feito em blocos, como no caso do granito. "Sobram muitos pedaços de rocha que não têm uso." Já numa lavra de mármore bem conduzida, a quantidade de sobras é menor. Esse tipo de pedra também leva vantagem em relação ao granito no aproveitamento das sobras, que são moídas e usadas na agricultura, como corretivo do solo. Depois de extraídos, os blocos de pedra vão para as serrarias, onde são cortados em placas, e a seguir para as marmorarias, de onde saem como revestimentos, tampos e bancadas. Nessas etapas, o ponto crítico é o destino da chamada polpa, uma mistura formada pelo pó resultante da serragem e do polimento e pela água consumida nesses processos. Se liberado na natureza sem tratamento, esse material pode turvar e assorear os cursos d'água próximos.
Em resumo: o setor de pedras ornamentais ainda está se organizando na busca da certificação. Por enquanto, não é possível ter certeza de que o produto que compramos foi extraído e processado de acordo com as leis ambientais.
"A mineração inadequada das rochas provoca um grande movimento de terra. Estamos batalhando para criar uma certificação que garanta extrações apropriadas"Tânia de Oliveira Braga, geóloga do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT)

MADEIRAA garantia de origem da madeira mais reconhecida é o selo FSC (Conselho de Manejo Florestal). Estampado numa peça, atesta que a árvore veio de uma floresta manejada de forma adequada - seja ela nativa, seja plantada (caso de eucalipto, pínus e teca). É, sem dúvida, a melhor opção para quem procura consumir de forma consciente. Porém, quando o assunto são chapas de madeira reconstituída, instala-se a polêmica.

Economia de água e energia


Luminárias de LED

aplicação: iluminação
descrição: chip emissor de luz que também é chamado de “SOLID STATE LIGHTING”, conhecido como “LED”
diferencial ambiental: aparelho com duração de 15 anos sem manutenção. Seu raio luminoso é livre de UV e de calor e seu tamanho compacto proporciona maior flexibilidade nos projetos. Uma tecnologia que supera a iluminação convencional, gerando uma economia que varia de 50 a 80 %.

Automação

aplicação: automação residencial
descrição: sistema de quadros sinóticos de automação que garante o completo gerenciamento da instalação elétrica.
diferencial ambiental: otimiza funcionalidade, conforto, manutenção, flexibilidade de uso, segurança e energia. Sua utilização minimiza o uso de cabeamentos e gera economia na obra.

Torneira e válvula economizadora com sensor de presença

aplicação: ideal para banheiros de uso público
descrição: sensores funcionam em 110v e 220v com baixo consumo de energia elétrica, em alta e baixa pressão de água.
diferencial ambiental: economia de água, conforto e higiene

Válvula de descarga fluxo duplo

aplicação: válvula de descarga pra banheiros
descrição: válvula com dispositivo de fluxo duplo (6 litros para sólidos, 3 litros para líquidos).
diferencial ambiental: Permite controle de fluxo com economia e favorece educação ambiental.

Ecomosaico

aplicação: revestimento de paredes
descrição:Mosaico feito de material reciclado que utiliza o resíduo eliminado pelas máquinas de corte de marmorarias.
diferencial ambiental: economia e reuso da água na sua produção, gestão de resíduos.

Um colete para medir a poluição



Batizado de Detectair*, o colete foi desenvolvido por dois estudantes de desenho industrial da Emily Carr University of Art + Design, Canadá, e possui um microntrolador Arduíno e sensores que “leem” a qualidade do ar, gerando informações sobre o ar que o indivíduo está respirando.

Além disso, lâmpadas de LED, incorporadas ao colete, imitam a respiração de acordo com os níveis de poluição. Quando o ar realmente está fazendo mal à saúde ou quando a pessoa entra em um ambiente muito poluído, sensores vibram como um sinal de alerta. 

Não deve ser uma situação muito confortável, mas o colete ainda apresenta uma solução momentânea: sua gola estica, funcionando como uma espécie de “burca” e protegendo contra a sujeira.  

Essa invenção deve ser perfeita para circular pelas cidades poluidíssimas da China, ou mesmo em São Paulo, que é uma das mais poluídas do Brasil. O único problema é que o usuário não passaria despercebido, já que o modelito não é muito discreto e ainda trepida por causa da poluição. 

E você, acha que vale a pena andar tremendo por aí, em função de uma boa causa? 

Bike Bus: bicicleta também vai andar de ônibus



Desde o início do mês de abril, circulam na cidade de São Paulo alguns ônibus adaptados para transportar bicicletas na parte dianteira: os Bike Bus. A iniciativa é de uma das empresas paulistanas de ônibus, a Sambaíba, para incentivar as pessoas a deixarem o carro em casa. 

Por enquanto, o serviço ainda não está disponível para a população e os Bike Bus estão circulando com os suportes de bicicleta vazios, apenas para ver como o veículo se adapta ao trânsito de São Paulo. 

Quando realmente entrar em fase de teste – o que, segundo a SP Trans, ainda não tem data para acontecer –, a prefeitura traçará as rotas desses ônibus, que a princípio devem passar por regiões da cidade onde já existem ciclofaixas. Assim, o passageiro pode pedalar com segurança até o ponto de ônibus.

Se a iniciativa for bem aceita pela população, a Secretaria Municipal de Transportes promete implantar os suportes para bicicleta em todos os ônibus da cidade e, assim, transformar todos eles em Bike Bus. 

Qual é a sua opinião sobre o projeto? Vai funcionar? Deve servir de modelo para outras cidades?  

O que são materiais ecológicos ou ecoprodutos?


Ecoprodutos são todos artigos de origem artesanal ou industrializada, que sejam não -poluentes, atóxicos, benéficos ao meio ambiente e á saúde dos seres vivos, contribuindo para o desenvolvimento sustentável.

Como saber se o material/tecnologia é sustentável ou menos impactante?
  • Matéria-prima – é virgem ou reciclada? Como é extraída? É um recurso renovável?
  • Qual é o processo produtivo? Apresenta baixo consumo de energia? E de água? O processo é poluente? (ar, água, terra, som). Gera que tipo de resíduos?
  • O produto é poluente?
  • Sua instalação, manutenção gera resíduos?
  • Como é a logística de distribuição do produto? Consome muita energia?
  • E a embalagem? Possui potencial de reciclagem ou de reuso?
  • Possui algum tipo de certificação ( tipo ISSO 14001) ou SELO?